Projeto Bolívia 2011
Romanos 10:15
...”quão formosos sãos os pés daqueles que anunciam o evangelho de paz”...
Missão
Uma equipe de cristãos, de diferentes denominações, representando o serviço e a unidade do corpo de Cristo, com objetivo de, ultrapassando barreiras transculturais, levar boas novas e assessoria nas áreas de louvor, ensino, evangelismo, empreendedorismo, fazendo o que for necessário para abençoar a Igreja Boliviana.
Visão
Alcançar o coração de Deus e agradá-lo, obedecendo a este Ide específico.
Alcançar também o coração de nossos irmãos bolivianos, firmando parcerias para futuros projetos e trocas de experiências, nesta aliança Bolívia/Brasil.
Isentando-nos de toda estrutura de orgulho, conscientes do aprendizado e de que será um tempo maravilhoso para aprendermos com uns com os outros.
Valores
A palavra de Deus.
Serviço aos santos
Unidade
Como tudo começou
Em 2005, Leilane teve uma visão. Via um mapa e este apontava duas cidades, Cochabamba e La Paz. Ela não conhecia estas cidades e nem sabia onde elas se localizavam. Mais tarde, pesquisando, descobriu que era na Bolívia.
Em conversa com o Pastor Carlos, o mesmo relembrou de uma missionária brasileira que está há muitos anos servindo na cidade de Cochabamba na Bolívia, Pastora Giovanete.
Esta visão ficou guardada em seu coração.
Depois de concluir a faculdade em 2009, Leilane se propôs a fazer um curso de inglês em outro país. E mantendo vários contatos com algumas bases missionárias de nações diferentes, acabou indo participar do Curso de Inglês e Orientação Missionária promovida pela base de Jocum em Santa Cruz de La Sierra, localizada na Bolívia.
Durante este tempo, teve a oportunidade de visitar a igreja da Pastora Gilvanete, denominada Igreja de Deus na Bolívia. Em conversa com os pastores, foi expresso por parte deles a necessidade de apoio na área do louvor, fato que fez com que Leilane pensasse na possibilidade de organizar e oferecer um tempo de serviço à igreja. Estabelece-se, assim, uma aliança entre a igreja brasileira e a boliviana.
A Igreja de Deus na Bolívia trabalha com atualmente 120 membros, no entanto, os cultos alcançam uma freqüência de cerca de 150 pessoas aos domingos. A igreja também tem atuado através de obras sociais como o Centro Infantil Pequeno Moisés, em que são atendidas as crianças de 2 a 6 anos que, em sua grande maioria são filhos de vendedoras dos mercados populares de Cochabamba.
Depois deste contato, em 2010, os Pastores Ismael e Gilvanete e os seus filhos, Sara e Lucas, viajaram de carro para o Brasil e visitaram a Igreja de São Cristóvão, selando assim essa aliança, confirmando o projeto e as datas para a viagem.
A Equipe
Erbens e Leilane Evangelista
Casados, Ministros de Louvor e Líderes de Grupos Pequenos na Igreja de São Cristóvão. Atuam na área do Louvor desde 1998.
Erbens trabalha com microfinanças e poderá servir área do empreendedorismo, com palestras voltadas para a comunidade, além de dar orientação musical e ministrações das lições no seminário de adoração.
Leilane é professora e estará atuando na área do ensino, ministrações das lições no seminário de adoração e na área de tradução.
Pastor Carlos Rosendo
Pastoreia a Igreja de São Cristóvão com sua esposa Raquel Rosendo, membros da Igreja desde sua fundação. Cobertura espiritual sobre Erbens e Leilane. Contato Pastoral e de intercessão para a realização do projeto.
Bary Marilene Sampaio Silva
Professora de Música. Representa a Igreja Novidade de vida, tem como cobertura espiritual os Pastores Marcos e Fernanda Barriviera. Atuará no ensino na área de música e nas ministrações das lições no seminário de adoração.
Luis Guilherme
Aluno do curso de bacharelado música (UECE). Ministro de louvor da Igreja Batista Peniel de Fortaleza. Tem como cobertura os Pastores Nélio e Rita Guimarães. Atuará na área do ensino na área de música (instrumental) e nas ministrações das lições no seminário de adoração.
Bruna
Ministra de louvor da Igreja Batista Peniel de Fortaleza e integrante do Ministèrio de Arte e Danca. Tem como cobertura os Pastores Nélio e Rita Guimarães. Atuará nas ministrações das lições no seminário de adoração.
Áreas de atuação
Ministração do Seminário de Adoração;
Oficinas de Orientação Musical;
Escala de Serviço da Igreja;
Palestras sobre empreendedorismo;
Evangelismo;
Motivos de oração
É um grande desafio. Para alguns membros esta será sua primeira viagem internacional. Orem para que não haja nenhuma pendência com relação a passaporte, documentos de viagem, vacinação, horário de vôos, e etc. Que nada venha tirar a paz de cada um dos componentes da equipe.
Ore pelas igrejas que serão servidas e seus respectivos pastores. Para que possamos somar juntos com eles nesta obra maravilhosa que eles têm desenvolvido naquele pais e que nossa visita possa alegrar o coração destes nordestinos que se entregaram em uma causa missionária. Gilvanete (Maranhão), Wellington(Crato-Ce).
Ore pelos projetos que atuam com crianças bolivianas: o Centro Infantil Pequeño Moises e Manos Amigas desenvolvidos por estas igrejas.
Ore pela nossa adaptação, pois será uma estação de muito frio, diferente das condições climáticas típicas de nossa região, o nordeste do Brasil.
Ore por nossa saúde.
Ore para que a vontade do Senhor seja estabelecida.
Lições – Seminário de Adoração
Meditação;
Desenvolvendo amizade com Deus;
Intercessão;
Vocação-Chamado;
O coração do Adorador;
Vida no Altar-Temor do Senhor.
Teórico Musical;
Oficinas de Música;
Uma palavra especial para Bolívia
Este projeto não é um projeto de viagem, mas uma missão específica. Temos palavra de Deus para os nossos irmãos bolivianos. Em oração, ao elaborarmos o mural de Intercessão, o Senhor nos deu uma palavra que dizia que Ele não apenas desejaria que eles fossem chamados servos, mas partilhassem de sua amizade (Jo 15:15). Com base neste versículo, encorajamos a todos os parceiros em oração, pastores e servos, que busquemos a amizade do nosso Deus. Ele quer nos contar muitas histórias e segredos que só os amigos mais chegados podem conhecer.
Erbens e Leilane Evangelista
Projeto Bolívia
UM POUCO SOBRE BOLÍVIA
No país que hoje conhecemos como Bolívia foram descobertos sítios arqueológicos indicando que aquela região era habitada pelo homem há 21.000 anos. Desde 700 a.C. até 1.200 d.C., desenvolveu-se o império Tihuanaco (formado por aimarás, quéchuas e chiquitos). Do século XIII ao XVI esta região foi incorporada ao império Inca.
Em 1.538, o espanhol Francisco Pizarro conquistou aquela região anexando-a ao vice-reinado do Rio da Prata. Com a instalação dos colonos espanhóis foram fundadas diversas cidades, tais como: Chiquisaca (atual Sucre), Potosí, La Paz e Cochabamba. A riqueza das minas de prata de Potosí foi responsável pela vinda de muitos colonos e pela grande riqueza que ali se produziu.
A independência boliviana ocorreu em 6 de agosto de 1825 (a Bolívia foi uma das primeiras colônias a rebelar-se contra o domínio espanhol), liderada por Simon Bolívar. Cinco dias depois, adotou o atual nome em homenagem ao seu libertador.
Em 1.879, o Chile apossou-se do porto boliviano de Antofagasta, levando a Bolívia (e o Peru, aliado da Bolívia) à guerra do Pacífico (1879-1883). O Chile venceu a guerra e, desde então, a Bolívia não tem mais acesso ao mar. Em 1.935, durante a guerra do Chaco, a Bolívia teve de ceder um outro pedaço do seu território ao Paraguai. Na guerra contra o Brasil (1901-1903), a Bolívia perde o Acre e a parte ocidental do Mato grosso.
A nova configuração do território boliviano unida à grande instabilidade política, faz a Bolívia conhecer um golpe de estado a cada ano entre 1850 e 1950. Mesmo assim, houve, naquele país, fases de prosperidade com a exploração da quinina, planta usada como remédio (1830-1850), do guano (fertilizante orgânico) e do salitre (1868-1878), dolátex (1895-1915) e do estanho a partir de 1880.
Dadas as condições de extrema pobreza da população boliviana e a riqueza de poucos ocorre, em 1952, uma insurreição popular levando ao poder o Movimento Nacionalista Revolucionário (MNR), fato que gerou a nacionalização das minas, o voto universal e a reforma agrária. Tempos depois o MNR se afasta do povo e se divide. Em 1.964, o exército toma o poder. Em 1967, Che Guevara é executado pelo exército boliviano.
Apesar do retorno do poder civil ao governo (1982), o país passou por uma série de crises econômicas e políticas, foi na década de 80 que a Bolívia teve a maior inflação da história (11.750% em 1985).
No início da década de 90, o país adotou o liberalismo econômico, privatizou as minas e diversas empresas públicas. Ainda assim, a instabilidade social e econômica continuou. O descontentamento da população perante o governo prosseguiu.
A partir do ano 2.000, o povo boliviano lutou contra a privatização das águas de Cochabamba, a favor do plantio de coca, contra os impostos que o governo queria cobrar dos salários e a favor da nacionalização do gás. Tudo isso culminou com a queda do regime do presidente Lozada e com a tomada de La Paz pela população indígena.
Assim, em 2.005, Evo Morales Aima torna-se presidente da Bolívia através de eleições diretas.
Mais informações:
http://www.observatoriodaimprensa.com.br/artigos.asp?cod=503JDB008